O Brasil vive uma crise de segurança pública, muitas pessoas estão optando por contratar uma empresa de segurança privada. Os serviços de proteção são diversos, como vigilância patrimonial, segurança privada e escolta armada. Para abrir uma empresa é necessário que ela tenha autorização e passe por vistorias constantes.

Primeiros passos

A primeira coisa a se pensar é o plano de negócio, nele você vai colocar temas básicos que vão guiar a sua empresa, por exemplo, fonte de receita, segmento de clientes, atividade chave, canais de venda e parceiros.

A segunda coisa a se fazer é providenciar os documentos que toda empresa deve ter. O contrato social é um deles, seria como a certidão de nascimento de uma empresa. Nele estão as regras e deveres em que a organização vai funcionar, também contém as obrigações de cada proprietário.

Outro documento importante é o CNPJ, ele funciona como se fosse o CPF da empresa. Toda a instituição deve ter um, também funciona como base de consulta para os seus futuros clientes, já que através dele é possível ter informações essenciais, como endereço, data de abertura, descrição de atividade, entre outros dados.

Trâmites legais

As empresas de segurança privada devem seguir rigorosas regras, para que continuem funcionando. É imprescindível que a organização seja autorizada pela Polícia Federal, também existem algumas portarias que devem ser cumpridas. Vale lembrar, todo o funcionário operacional deve ter a CNV (carteira nacional de vigilante), o documento tem que ser renovado a cada 4 anos.

GESP

Todas as empresas que atuam com segurança pessoal, vigilância patrimonial e escolta armada são controladas através do GESP, pela Polícia Federal. Esse sistema permite o controle e o gerenciamento de todos os dados da segurança. Com ele é possível fazer solicitação de autorização de funcionamento, revisão para autorização de funcionamento, aquisição de armas e munição, requisição de vistoria para veículos blindados. Com o GESP também é possível acompanhar o processamento de autuações e multas, defesas e recursos relacionados à Lei no 7.102/83 e à Portaria DPF 3.233/2012.

É necessário dizer que a parte legal em uma empresa de segurança privada é muito importante. Sem a regularização adequada ela pode ser impedida de funcionar, além das altas multas que são aplicadas por irregularidade. Várias instituições terceirizam esse serviço, para se concentrar apenas com a parte operacional.

O escritório Copello Gomes possui ampla experiência na prestação de serviços para empresas de proteção privada. Disponibilizamos gratuitamente um guia com 10 passos para você abrir sua empresa no ramo de segurança.