Certamente você já ouviu falar em planejamento tributário, que se trata, em linhas gerais, do ajustamento da empresa a um perfil sobre o qual há uma incidência de tributos menos onerosos, gerando economia.

E em planejamento trabalhista, você já ouviu falar?

A partir da reforma trabalhista, vigente desde  novembro de 2017, o empregador pode ajustar sua empresa com o fim de obter o mesmo rendimento  com uma quantidade menor de empregados celetistas, ou mesmo economizando as horas extras dos celetistas que possui. É fazer o mesmo gastando menos, com uma folha de pagamento mais enxuta, reduzindo também os gastos com contribuições previdenciárias.

Imagine o seguinte:

– contratar colaboradores sem vínculo empregatício (sem FGTS, sem 13º salário e Férias + 1/3, sem aviso prévio e multas, sem horas extras ou adicionais noturnos, além de outras parcelas típicas);

– remunerar os empregados celetistas mediante produção, apenas quando prestarem serviços;

– manter uma equipe de trabalho à distância, em sua própria residência (home office), sem pagamento de horas extras e sem custos com a estrutura da empresa.

A reforma trabalhista trouxe várias ferramentas que, se foram corretamente aplicadas, podem trazer à empresa significativa economia.

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